Contrastados

DEGLUTOGRAMA

DEGLUTOGRAMA

RELATÓRIO:

A incidência simples não demonstra corpos estranhos ou dilatações patológicas ou outras anormalidades relevantes.

Durante e após a ingestão oral do contraste positivo, destacam-se os seguintes aspectos:

A passagem do bolo de contraste positivo é normal na transição faringo-esofagiana, sem refluxo para a nasofaringe ou retenção nas valéculas e nos seios piriformes.

Não há evidência de compressão extrínseca esofagiana.

CONCLUSÃO:

Estudo contrastado de deglutograma dentro dos limites da normalidade.

ESOFAGOGRAFIA

ESOFAGOGRAMA

RELATÓRIO

A incidência simples não demonstra corpos estranhos ou dilatações patológicas ou outras anormalidades relevantes.

Durante e após a ingestão oral do contraste positivo, destacam-se os seguintes aspectos:

Esôfago com calibre, contornos, relevo mucoso, elasticidade e peristaltismo normais. O esvaziamento ocorre em tempo fisiológico.

Ausência de hérnia de hiato e ou episódios de refluxo gastroesofágico durante a realização do exame.

CONCLUSÃO:

Estudo contrastado do esôfago dentro dos limites da normalidade.


FRASES PATOLÓGICAS

Presença de refluxo gastroesofágico até o terço superior.

Hérnia hiatal por deslizamento.

Dilatação e tortuosidade esofágica com acúmulo de resíduos alimentares, afilamento distal, ondas terciárias aperistálticas e esvaziamento lento do contraste para o estômago, compatível com megaesôfago.

Retardo na progressão do contraste positivo para a câmara gástrica e retenção tardia de grande volume de contraste no lúmen esofágico. Estes achados favorecem enfraquecimento / ineficiência / ausência de ondas peristálticas esofágicas.

EED

ESÔFAGO-ESTÔMAGO-DUODENOGRAFIA (EED) INFANTIL

RELATÓRIO

A incidência simples não demonstra corpos estranhos ou dilatações patológicas ou outras anormalidades relevantes.

Durante e após a ingestão oral do contraste positivo, destacam-se os seguintes aspectos:

Esôfago com calibre, contornos, relevo mucoso, elasticidade e peristaltismo normais. O esvaziamento ocorre em tempo fisiológico.

Ausência de hérnia de hiato e/ou refluxo gastro esofágico durante pesquisa à radioscopia, com o paciente em decúbito dorsal.

Estômago de forma, contornos, relevo mucoso, elasticidade e peristaltismo normais.

Bulbo, demais porções do arco duodenal e alças jejunais proximais de configuração usual. Ângulo de Treitz tópico.

CONCLUSÃO:

Estudo de esôfago, estômago e duodeno dentro dos limites da normalidade.


ESÔFAGO-ESTÔMAGO-DUODENOGRAFIA (EED)

RELATÓRIO

A incidência simples não demonstra corpos estranhos ou dilatações patológicas ou outras anormalidades relevantes.

Durante e após a ingestão oral do contraste positivo, destacam-se os seguintes aspectos:

Esôfago com calibre, contornos, relevo mucoso, elasticidade e peristaltismo normais. O esvaziamento ocorre em tempo fisiológico.

Ausência de hérnia de hiato e/ou refluxo gastroesofágico às manobras de pesquisa.

Estômago de forma, contornos, relevo mucoso, elasticidade e peristaltismo normais.

Bulbo, demais porções do arco duodenal e alças jejunais proximais de configuração usual. Ângulo de Treitz tópico.

CONCLUSÃO:

Estudo de esôfago, estômago e duodeno dentro dos limites da normalidade.


FRASES PATOLÓGICAS

Presença de refluxo gastroesofágico até o terço superior.

Hérnia hiatal por deslizamento.

Estômago com capacidade preservada e esvaziamento lento do contraste oral.

Criança agitada, chorando muito, o que dificulta a pesquisa de eventual episódio de refluxo gastroesofágico.

Dilatação e tortuosidade esofágica com acúmulo de resíduos alimentares, afilamento distal, ondas terciárias aperistálticas e esvaziamento lento do contraste para o estômago, compatível com megaesôfago.

Sinais de manipulação cirúrgica caracterizada por gastrectomia Billroth II com coto gástrico e anastomose de configuração usual, com boa progressão do contraste para alça eferente.

Gastroplastia com boa passagem do contraste oral pela anastomose superior, sem evidências de fugas de contraste. Boa progressão do contraste pelas alças jejuais que se apresentam de aspecto usual, sem obstáculos ou dilatações.

Banda gástrica.

ENEMA

ENEMA OPACO INFANTIL

RELATÓRIO:

A radiografia simples do abdome realizada previamente não evidencia anormalidades significativas.

Realizada administração de contraste positivo através de sonda retal fina, fracionadamente e sem pressão.

Reto e sigmóide de morfologia normal. Não há sinais de zonas estenosantes.

Demais segmentos visualizados do cólon e espaço pré-sacral normal.

CONCLUSÃO:

Estudo de enema opaco dentro dos limites da normalidade.


ENEMA OPACO

RELATÓRIO:

A radiografia simples do abdome realizada previamente não evidencia anormalidades significativas.

Realizada administração de contraste positivo através de sonda retal fina, fracionadamente e sem pressão.

Progressão retrógrada de contraste até o ceco, sem obstáculos.

Alças cólicas com calibre, elasticidade, relevo mucoso, distribuição e haustrações normais.

Espaço pré-sacral preservado.

CONCLUSÃO:

Estudo de enema opaco dentro dos limites da normalidade.


FRASES PATOLÓGICAS

Redundância colônica.

Múltiplas formações diverticulares acometendo o cólon sigmoide, com espasticidade segmentar.

Ceco baixo e medianizado na escavação pélvica.

Dilatação do reto e sigmoide com acúmulo de grande quantidade de resíduos fecais, não se caracterizando zonas aganglionares típicas.

Grande quantidade de resíduos de contraste na radiografia tardia de 24 horas.

TRANSITO INTESTINAL

TRÂNSITO INTESTINAL

RELATÓRIO:

A radiografia simples do abdome realizada previamente não evidencia anormalidades significativas.

Após a ingestão do meio de contraste positivo, destacam-se os seguintes aspectos:

Trânsito intestinal em tempo fisiológico.

Alças intestinais delgadas de distribuição usual, com calibre conservado, pregueado mucoso e peristaltismo habituais.

Transição ileocecal preservada.

CONCLUSÃO:

Estudo de trânsito intestinal dentro dos limites da normalidade.


FRASES PATOLÓGICAS

ESCLERODERMIA INTESTINAL

Estreita separação entre as válvulas coniventes que são de espessura normal apesar da dilatação do lúmen intestinal. Nenhuma mudança na aparência das dobras do intestino delgado com compressão.

DEFECOGRAMA

DEFECOGRAMA

RELATÓRIO:

Introdução retal do meio de contraste positivo através de enema, controlando-se então a defecação por via fluoroscópica, em projeção lateral (perfil).

Paredes examinadas de contornos lisos e boa distensão luminal.

Ângulo anorretal preservado em repouso.

No início da defecação existe elevação normal do reto, com aumento fisiológico do ângulo anorretal e fluxo livre do meio de contraste, sem obstrução.

Estudo subseqüente demonstra relevo mucoso retal conservado.

CONCLUSÃO:

Estudo de defecograma dentro dos limites da normalidade.

HISTEROSSALPINGOGRAFIA

HISTEROSSALPINGOGRAFIA

RELATÓRIO:

A radiografia simples da pelve realizada previamente não evidencia anormalidades significativas.

Após cateterização do orifício externo uterino e introdução do meio de contraste iodado lipossolúvel, destacam-se os seguintes aspectos:

Canal cervical, istmo e cavidade uterina de forma, contornos, dimensões e eixos normais.

Trompas uterinas pérvias, filiformes, de calibre normal, notando-se extravasamento e dispersão anatômica do contraste para a cavidade peritoneal.

Após quinze minutos da retirada do cateter, houve esvaziamento completo do contraste da cavidade uterina.

CONCLUSÃO:

Estudo de histerossalpingografia dentro dos limites da normalidade.


FRASES PATOLÓGICAS

Esvaziamento completo da cavidade uterina e tubas bem como dissipação do contraste iodado na cavidade peritoneal na fase tardia.

Obstrução proximal das tubas uterinas sugerindo laqueadura.

Irregularidade da região ístmica cervical sugerindo histerotomia prévia.

Não se observa extravasamento peritoneal do contraste, havendo refluxo para a cavidade vaginal na tentativa de maior pressão de injeção.

Pregas miometriais longitudinais (variação anatômica).

Disseminação não homogênea do contraste na cavidade peritoneal sugerindo aderências.

Refluxo vascular do contraste.

UROGRAFIA EXCRETORA

UROGRAFIA EXCRETORA

RELATÓRIO

A radiografia simples do abdome realizada previamente não evidencia anormalidades significativas.

Após a injeção de contraste iodado por via endovenosa, destacam-se os seguintes aspectos:

Pronta e simétrica eliminação por ambos os rins que apresentam forma, contornos, topografia e dimensões normais.

Sistemas pielocalicinais e ureteres íntegros, sem obstáculos ao fluxo de contraste.

Bexiga com morfologia e contornos normais.

Resíduo pós miccional desprezível.

CONCLUSÃO:

Estudo de urografia excretora dentro dos limites da normalidade.


FRASES PATOLÓGICAS

Presença de gás e resíduos fecais não eliminados com o preparo, obscurecendo o retroperitônio.

Retardo na eliminação do contraste pelo rim <> com dilatação do sistema pielocalicinal e ureter em consequência a efeito obstrutivo de cálculo obstrutivo próximo a junção ureterovesical.


URETROCISTOGRAFIA MICCIONAL

URETROCISTOGRAFIA MICCIONAL

RELATÓRIO

A radiografia simples da pelve realizada previamente não evidencia anormalidades significativas.

Após a introdução do contraste iodado via retrógrada por canalização uretral, destacam-se os seguintes aspectos:

Uretra tópica, de calibre e contornos normais.

Bexiga com forma, contornos e capacidade preservados.

Ausência de refluxo vesicoureteral.

Resíduo pós miccional desprezível.

CONCLUSÃO:

Estudo de uretrocistografia miccional dentro dos limites da normalidade.


FRASES PATOLÓGICAS

Trabeculado mucoso vesical com elevação do assoalho pela próstata.

Bexiga de morfologia piriforme e contornos trabeculados.

Loja prostática irregular relacionada a manipulação cirúrgica pregressa.

Calcificações no oco pélvico relacionadas a flebólitos.

COLANGIOGRAFIA

COLANGIOGRAFIA

RELATÓRIO

A radiografia simples do hipocôndrio direito evidencia dreno posicionado nessa região. Ausência de formações teciduais ou calcificações patológicas ou coleções anormais identificáveis.

Durante e após injeção de contraste iodado através do dreno de Kehr, destacam-se os seguintes aspectos:

Adequado posicionamenteo de extremidade do dreno e enchimento satisfatório das vias biliares intra e extra-hepáticas de contornos regulares, distribuição usual e calibre conservado.

Não há sinais de obstrução, dilatação ou falha de enchimento.

Satisfatória drenagem do meio de contraste para o duodeno caracterizada por passagem fisiológica pelo esfíncter de Oddi e esvaziamento rápido quando o paciente é colocado em posição ortostática.

CONCLUSÃO:

Estudo de colangiografia dentro dos limites da normalidade.