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Drenagem linfática pélvica
Anatomia do colo uterino - RM
Anomalia mulleriana
Defeito de agenesia, fusão ou reabsorção (pode haver combinação)
Classificação USA x Europeia
Anomalia mulleriana classificação ASRM
Fonte: Fertility and Sterility 2021 1161238-1252DOI: (10.1016/j.fertnstert.2021.09.025)
Anomalia mulleriana classificação ASRM
Fonte: Fertility and Sterility 2021 1161238-1252DOI: (10.1016/j.fertnstert.2021.09.025)
Diferenciação útero arqueado x septado x bicorno
Fonte: Fertility and Sterility 2021 1161238-1252DOI: (10.1016/j.fertnstert.2021.09.025)
Classificação mioma - FIGO
Patologias endometriais
Avaliação de massa uterina (leiomioma x leiomiossarcoma) - Nota: espectroscopia (Mioma sem pico lipidico x Sarcoma com pico de lipidio)
Istmocele - medidas
Invasão parametrial câncer de colo uterino
Lesões ovarianas - RM
Lesões ovarianas - RM
J Am Coll Radiol 2020;17:248-254
J Am Coll Radiol 2020;17:248-254
ASSOALHO PÉLVICO FEMININO
Radiol Clin N Am 58 (2020) 291–303
https://doi.org/10.1016/j.rcl.2019.11.005
Urethral support system:
Ligamentos de suporte uretral
Fascia endopelvica nivel III
Músculo puborretal
Vaginal support system:
Fascia endopelvica nivel I e II
Musculo iliococcígeo
Complexo esfincteriano anos
Musculos esfincterianos
NÍVEIS DE SUPORTE PÉLVICO:
FASCIA ENDOPÉLVICA
Paramétrio (ligamento largo, cardinal e uterosscro)
Paracolpo
Fascia pubocervical - suporte da bexiga e vagina
I:Suporte cranial da vagina (vagina superior ao sacro)
II:Estira a vaginal transversalmente entre a bexiga e reto (vagina média com inserção no arco tendíneo da fáscia endopélvica).
III (introito vaginal - insere no corpo perineal)
Fascia retovaginal - suporte retal
DIAGRAMA PÉLVICO
Músculo coccígeo (anterior ao piriforme)
Levantador do ânus
Puborretal
Pressão uretral: elevação e suporte do colo uretrovesical
Suporte pélvico:direto para o reto e indireto para vagina, bexiga e uretral (deslocando anteriormente estas estruturas) e força de tração (angulo anorretal agudo).
Continência fecal
Pubococcígeo
Iliococcígeo
Manutenção do eixo vaginal
Maior parte do elevador do ânus
DIAFRAGMA UROGENITAL
Fossa isquiorretal: acima do diafragma
PERÍNEO
Músculos perineal transverso superficial, bulboesponjoso e isquiocavernoso.
DEFECORM
Enema na noite anterior
Retenção urinária - 2 horas antes - moderada repleção
90-120 ml de gel retal
Tempo de evacuação (50 seg na primeira tentativa)
Repetir sequencia de evacuação até esvaziamento completo (excluir intussuscepção)
Se não houver evacuação (> 30 seg para eliminar 2/3)- considerar anismo
Exame adequado - movimentação da parede abdominal visível
Graduação Prolapso
PELVIMETRIA POR RM
Sequencias análogas a TC-> Tempo de eco zero ou black bone
OCD: diametro obstetrico conjugado (plano sagital: topo do promontório até 1 cm abaixo da sínfise púbica em relação a face superior) Mediana 12,2 cm (p3> 10,5)
ISD: diametro interespinhoso (axial menor diâmetro entre as espinhas isquiático) > 10,5 cm / Mediana 10,9 cm (p3> 9,3)
MDT: diâmetro transverso mediano (axial perpendicular ao OCD passando pelas cabeças femorais)> 12,2 cm / Mediana 12.41 cm (p3> 11)
Terminologia eventos gestacionais
Gestação viável x inviável (falha intrauterina ou prenhez ectópica) x intrauterina de viabilidade incerta
Gestação ectópica x heterotópica x de localização incerta
Critérios de abortamento no TV
Dmédio do SG => 25,0 mm (sem VV ou polo fetal)
Embrião => 7,0 mm sem BCF
Dmedio SG => 18,0 mm sem embrião e mais 70 dias da DUM
Embrião => 3,0 mm sem BCF e mais 70 dias da DUM
Intervalos de controle TV para confirmação de abortamento
Nenhum embrião com BCF => 14 dias após SG sem VV
Nenhum embrião com BCF => 11 dias após SG com VV
Nenhum embrião com BCF > 7 dias de embrião visualizado ou DMSG => 12 mm (com ou sem VV)
DMSG não duplicado em 14 dias após SG vazio com DM <12 mm
Critério de gestação intrauterina de viabilidade incerta (sugestivo de abortamento)
Achados limitrofes: CCN < 7,0 mm sem BCF / DMSG 16-24 mm sem embrião / Ausência de embrião => 6 sem após DUM
Crescimento discordante: VV < 7 mm / Sinal do amnio vazio / < 5 mm de diferença entre DMSG e CCN
Achados preocupantes: SG baixo / Contornos irregulares do SG / Hematoma subcoriônico
Maturação placentária
Hemorragia placentária
Critérios RCIU
Cascata de eventos ao Doppler na doença placentária e RCIU
Diretrizes CIUR
Estadiamento pré-natal da Sequência AnemiaPolicitemia em Gêmeos (TAPS)
Síndrome de Transfusão Feto Fetal (STFF) - Estadiamento Quintero
ACRETISMO PLACENTÁRIO (RM)
Pesquisa: 28-32 semanas
Sinais mais sensíveis:
Bandas de hipossinal T2 (deposito de fibrina) sobretudo se maior 1 cm
na face materna tem maior valor patológico. DD: infarto placentária e trombo viloso
Vasos anormais intra e subplacentários > 6 mm / hipersinal em FISP
Outros sinais:
Heterogeneidade placentária - normalmente visto no 3T
Placenta homogênea pode excluir acretismo com alta confiabilidade
Heterogeneidade não é confiável após 30 semanas
Protuberância focal - achado mais útil para diagnóstico e associada invasões profundas
Contorno irregular e borda arredondada (sobretudo na área de protuberância).
Afilamento ou perda da zona de baixo sinal em T2 retroplacentária
Afilamento miometrial
Ruptura focal do miométrio