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Anatomia arterial ilíacofemoral
Medidas cardíacas TC
Estenose carótidea (TC/US) - NASCET
Estenose <50% - não significativa / 50-69% - moderada / >70% - acentuada
Síndrome do aprisionamento da artéria poplítea
Síndrome do aprisionamento da artéria poplítea
Lipedema (critérios diagnósticos)
Fonte:Amato ACM, Saucedo DZ, Santos K da S, Benitti DA. Ultrasound criteria for lipedema diagnosis. Phlebology. 2021;36(8):651-658. doi:10.1177/02683555211002340
Medidas da aorta torácica
Sítios de aferição da aorta - TC
Sítios de aferição da aorta torácica
Sítios de aferição da aorta - RM
Ulcera penetrante
Dissecção aórtica
Diâmetros da aorta
Planejamento aneurisma aorta toracica
Planejamento do aneurisma da aorta
ENDOPRÓTESE AÓRTICA
Fase arterial - endoleak anterogrado (I, III e IV)
Fase tardia - endoleak retrogrado (II)
Indicações para tratamento de endoleak:
Expansão do saco aneurismático (> 5mm)
Artéria nutridora> 4 mm
3 ou mais artérias nutridoras ou de drenagem
Padrões morfológicos Doppler
Padrões tardus parvus
Complexo médiointimal ELSA-Brasil
Complexo médiointimal MESA-Brasil
Quantificação da estenose carotídea (ACI)
Quantificação da estenose da ACE
Estenose vertebral
OSBSERVAÇÕES DOPPLER CARÓTIDOVERTEBRAL:
Incisura ACC não pode ter na ACI
IR ACI < 0,7 -> Aumento da resistência da ACI(>0,9) que pode corresponde a obstrução posterior ao segmento avaliado
Redução assimétrica de volume entre ACI sugere obstrução
Hipoplasia AV < 2,0 mm
EMI >2,0 mm = PLACA
Medir EMI a 1 cm da bifurcação por 1 cm (5 medidas e da a média )
Aumento da resistência da av pode estar relacionada a obstrução posterior ou hipoplasia caso redução de calibre
Quantificação da estenose renal
Doppler da aorta e ramos viscerais
Doppler aortofemoral
Nota: Artéria ulnar e femoral profunda pode ter padrão trifásico com componente diastólica mais cheio . Vaso enrijecido perde componente trifásico
Doppler mesentérico - SBC
Índice Vascular Hepático
Síndrome do desfiladeiro torácico
MANOBRAS DO DESFILDEIRO TORÁCICO
- Manobra dos escalenos (Adson): tem como intuito
elevar a primeira costela e tensionar os escalenos,
reduzindo o diâmetro do triângulo intercostoescalênico. Deve ser realizada com uma inspiração profunda do paciente, estender o pescoço e virar o queixo para o lado examinado. Caso o pulso diminua ou desapareça, o teste é considerado positivo. Na fossa supraclavicular, podemos auscultar um sopro. No entanto, é uma manobra não muito específica, ou seja, até indivíduos normais podem apresentar positividade deste teste
- Manobra costoclavicular: solicitamos que o paciente
coloque os ombros para trás e os abaixe, imitando uma posição "militar exagerada", o que diminui o espaço costoclavicular. O sinal é positivo se houver as mesmas alterações descritas anteriormente
- Manobra da hiperabdução (Wright): elevação de 180° do membro com rotação posterior do ombro.
Reprodução de sintomas, diminuição ou desaparecimento do pulso e/ou ausculta de sopro
podem indicar a compressão arterial pelo tendão do
músculo peitoral menor.
- Teste dos três minutos de estresse com o braço
elevado: considerado o teste mais acurado para a
pesquisa de síndrome do desfiladeiro torácico. Consiste na abdução dos braços, em associação com rotação externa e flexão de 90° dos cotovelos. Durante três minutos, o paciente deve ficar abrindo e fechando
FÍSTULA ARTÉRIO-VENOSA PARA HEMODIÁLISE
Critérios:
calibre artéria >= 2 mm
Calibre da veia >= 2,5 mm
Calibre veia prótese >= 4,0 mm
Distância da pele < 6 mm
Trajeto linear sem colateral ou perfurante > 7 cm (ideal > 10 cm)
Risco de falência : artéria < 1,6 mm
Baixa probabilidade de sofrer vasodilatação: pvs> 50 cm/s e IR > 0,7 na hiperemia reativa (cerrar mão- onda trifásica - abre mão - normal é cair a resistência)
Teste allen: avaliar arco palmar completo ou não / suficiente… avaliar artéria do 1qd com oclusão compressiva da a radial
Importante avaliar altura da bifurcação da artéria braquial
Maturação
Volume > 600 ml/min
Calibre da veia > 6 mm
Profundidade < 6 mm
Extensão 6 a 10 cm (min de 4)
Estenose:
Arterial da anastomose pvs > 400 cm/s e índice com aprox (2 cm) >=3
Venosa pvs / pvs veia 2 cm distal - se >= 2 - estenose > 50%
Enxerto com prótese 2vps = 50% e 3vps = 75%
Volume de fluxo
Veia 10 cm distal a anastomose no segmento mais reto - área do box englobando toda área do vaso - V = área do vaso x vmed x 60
GINECOLÓGICO
AOv folicular e pós menopausa (vps < 20 e IR >0,7)
AOv lutea (aumento da vps e redução do IR)
Tumores ov malignos - aumento da vps e redução do IR por shunts av e perda da camada muscular dos neovasos
Corpo lúteo- vps 17-37 e IR 0,4 a 0,5
ARTERITE CELS GIGANTES
Espessura maior 3 mm indica atividade inflamatória
Comparar bilateral
Avaliar tbm Ramos frontal, parietal e temporal