Novo domínio: compendioradiologia.com
Drenagem linfática pélvica
Anatomia do colo uterino - RM
Anomalia mulleriana
Defeito de agenesia, fusão ou reabsorção (pode haver combinação)
Classificação USA x Europeia
Anomalia mulleriana classificação ASRM
Fonte: Fertility and Sterility 2021 1161238-1252DOI: (10.1016/j.fertnstert.2021.09.025)
Anomalia mulleriana classificação ASRM
Fonte: Fertility and Sterility 2021 1161238-1252DOI: (10.1016/j.fertnstert.2021.09.025)
Diferenciação útero arqueado x septado x bicorno
Fonte: Fertility and Sterility 2021 1161238-1252DOI: (10.1016/j.fertnstert.2021.09.025)
Classificação mioma - FIGO
Patologias endometriais
Avaliação de massa uterina (leiomioma x leiomiossarcoma) - Nota: espectroscopia (Mioma sem pico lipidico x Sarcoma com pico de lipidio)
Istmocele - medidas
Invasão parametrial câncer de colo uterino
Lesões ovarianas - RM
Lesões ovarianas - RM
J Am Coll Radiol 2020;17:248-254
J Am Coll Radiol 2020;17:248-254
ASSOALHO PÉLVICO FEMININO
Radiol Clin N Am 58 (2020) 291–303
https://doi.org/10.1016/j.rcl.2019.11.005
Urethral support system:
Ligamentos de suporte uretral
Fascia endopelvica nivel III
Músculo puborretal
Vaginal support system:
Fascia endopelvica nivel I e II
Musculo iliococcígeo
Complexo esfincteriano anos
Musculos esfincterianos
NÍVEIS DE SUPORTE PÉLVICO:
FASCIA ENDOPÉLVICA
Paramétrio (ligamento largo, cardinal e uterosscro)
Paracolpo
Fascia pubocervical - suporte da bexiga e vagina
I:Suporte cranial da vagina (vagina superior ao sacro)
II:Estira a vaginal transversalmente entre a bexiga e reto (vagina média com inserção no arco tendíneo da fáscia endopélvica).
III (introito vaginal - insere no corpo perineal)
Fascia retovaginal - suporte retal
DIAGRAMA PÉLVICO
Músculo coccígeo (anterior ao piriforme)
Levantador do ânus
Puborretal
Pressão uretral: elevação e suporte do colo uretrovesical
Suporte pélvico:direto para o reto e indireto para vagina, bexiga e uretral (deslocando anteriormente estas estruturas) e força de tração (angulo anorretal agudo).
Continência fecal
Pubococcígeo
Iliococcígeo
Manutenção do eixo vaginal
Maior parte do elevador do ânus
DIAFRAGMA UROGENITAL
Fossa isquiorretal: acima do diafragma
PERÍNEO
Músculos perineal transverso superficial, bulboesponjoso e isquiocavernoso.
DEFECORM
Enema na noite anterior
Retenção urinária - 2 horas antes - moderada repleção
90-120 ml de gel retal
Tempo de evacuação (50 seg na primeira tentativa)
Repetir sequencia de evacuação até esvaziamento completo (excluir intussuscepção)
Se não houver evacuação (> 30 seg para eliminar 2/3)- considerar anismo
Exame adequado - movimentação da parede abdominal visível
Alterações morfológicas da bexiga e vagina em estudo normais só descrever se tiver sintomas
Angulo anorretal (AAR) = eixo do canal anal e da parede posterior do reto baixo
Contração - reduz AAR
Preferir descenso ao invés de prolapso
Elevador do anus (ileococcígeo / puborretal/ pubococcígeo) e corpo perineal
Ruptura puborretal - ele lateraliza e não insere no pubis
Consenso: linha pubococcígea (LPC)
Ginecologista: linha médio pubica
Eversão de órgãos
Repetir até 3 vezes a evacuação
Descrever perda de gel no esforço = pode indicar incontinência
Intussuscepção intrarretal / intra-anal / extra-anal
Valsalva - importante para detectar perda urinaria e retal - fase importante para paciente com dificuldade para evacuar
Alargamento do hiato dos elevadores (diâmetro anteroposterior e da área transversal)
Lesão da fáscia endopélvica (sinais indiretos)
Bigode invertido (insinuação posterior da uretra ao canal vaginal) e ampliação da gordura do espaço retropúbico.
Compartimento anterior e médio
Comprimento e eixo da uretra
Sling - uretra fixa
Descenso < 1 cm - não descrever se não tem sintomas
Descenso perineal (comp medio e anterior): contribui para compressão anorretal
Fascia pubocervical - indicativo de fraqueza : abaulamento da parede vesical posterior
Compartimento posterior
Descenso < 2 cm - não descrever se não tem sintomas
Retocele (anterior comum / posterior rara)= descrever tamanho mas não graduar; definir retenção de contraste ou como está esvaziamento; efeito sobre a parede posterior da vagina
Alargamento AAR no repouso indicar fraqueza muscular do assoalho
Contração - redução 15-20 graus do AAR (aceitar até 10)
Evacuação - aumento 15-20 graus do AAR
Discinesia (anismo é termo para procto)- movimento paradoxal - ausência de relaxamento
Acentuado espessamento do esfíncter anal e intussuscepção pode levar a isquemia retal e ulceras
Avaliação subjetiva do esvaziamento de gel (1/3;2/3 ou completa - satisfatória / moderada / ruim).
Medida do canal (comprimento do esfíncter externo) - canal curto e afilado (<3 cm) pode ser causa de incontinência
Cirurgia retocele - diverticulação externas da ampola retal imediatamente acima da JAR
Alterações morfológicas da bexiga e vagina em estudo normais só descrever se tiver sintomas
Angulo anorretal (AAR) = eixo do canal anal e da parede posterior do reto baixo
Contração - reduz AAR
Preferir descenso ao invés de prolapso
Elevador do anus (ileococcígeo / puborretal/ pubococcígeo) e corpo perineal
Ruptura puborretal - ele lateraliza e não insere no pubis
Fibrose , assimetria, lipossubsutituição ou descontinuidade
Consenso: linha pubococcígea (LPC)
Ginecologista: linha médio pubica
Eversão de órgãos
Repetir até 3 vezes a evacuação
Descrever perda de gel no esforço = pode indicar incontinência
Intussuscepção intrarretal / intra-anal / extra-anal
Valsalva - importante para detectar perda urinaria e retal - fase importante para paciente com dificuldade para evacuar
Alargamento do hiato dos elevadores (diâmetro anteroposterior e da área transversal)
Lesão da fáscia endopélvica (sinais indiretos)
Bigode invertido (insinuação posterior da uretra ao canal vaginal) e ampliação da gordura do espaço retropúbico.
Síndrome do assoalho pélvico descendente – prolapso tricompartimental:
ocorre quando o tônus dos músculos pélvicos está diminuído, principalmente por dano do nervo pudendo. Embora a descida do assoalho pélvico possa ocorrer em repouso, ela tipicamente ocorre durante o esforço ou a defecação. Esta síndrome é frequentemente associada ao desconforto e dor perineal, com sensação de evacuação incompleta,levando ao aumento do esforço evacuatório, que de-termina um insulto adicional ao esfíncter anal externo, podendo resultar em incontinência fecal
Síndrome do assoalho pélvico espástico
nesta síndrome não se observa o relaxamento fisiológico do músculo puborretal durante a defecação. Em contraste, este músculo torna-se hipertônico durante as diferentes fases da defecação. Os pacientes apresentam constipação e defecação incompleta. Pela Defeco-RM ainda é possível avaliar a hipermobilidade da uretra, cistocele, colpocele e uterocele.
Compartimento anterior e médio
Comprimento e eixo da uretra
Sling - uretra fixa
Descenso < 1 cm - não descrever se não tem sintomas
Descenso perineal (comp medio e anterior): contribui para compressão anorretal
Fascia pubocervical - indicativo de fraqueza : abaulamento da parede vesical posterior
Compartimento posterior
Descenso < 2 cm - não descrever se não tem sintomas
Retocele (anterior comum / posterior rara)= descrever tamanho mas não graduar; definir retenção de contraste ou como está esvaziamento; efeito sobre a parede posterior da vagina
Alargamento AAR no repouso indicar fraqueza muscular do assoalho
Contração - redução 15-20 graus do AAR (aceitar até 10)
Evacuação - aumento 15-20 graus do AAR
Discinesia (anismo é termo para procto)- movimento paradoxal - ausência de relaxamento
Acentuado espessamento do esfíncter anal e intussuscepção pode levar a isquemia retal e ulceras
Avaliação subjetiva do esvaziamento de gel (1/3;2/3 ou completa - satisfatória / moderada / ruim).
Medida do canal (comprimento do esfíncter externo) - canal curto e afilado (<3 cm) pode ser causa de incontinência
Cirurgia retocele - diverticulação externas da ampola retal imediatamente acima da JAR
Abertura do septo retovaginal com protrusão de gordura e alças intestinais (descrever qual alça) - peritoneocele e enterocele - medir em relação LPC
Pode ter enterocele para o espaço interesficteriano
Graduar em relação a vagina (terço sup, médio e inferior)
Graduação Prolapso
PELVIMETRIA POR RM
Sequencias análogas a TC-> Tempo de eco zero ou black bone
OCD: diametro obstetrico conjugado (plano sagital: topo do promontório até 1 cm abaixo da sínfise púbica em relação a face superior) Mediana 12,2 cm (p3> 10,5)
ISD: diametro interespinhoso (axial menor diâmetro entre as espinhas isquiático) > 10,5 cm / Mediana 10,9 cm (p3> 9,3)
MDT: diâmetro transverso mediano (axial perpendicular ao OCD passando pelas cabeças femorais)> 12,2 cm / Mediana 12.41 cm (p3> 11)
Terminologia eventos gestacionais
Gestação viável x inviável (falha intrauterina ou prenhez ectópica) x intrauterina de viabilidade incerta
Gestação ectópica x heterotópica x de localização incerta
Critérios de abortamento no TV
Dmédio do SG => 25,0 mm (sem VV ou polo fetal)
Embrião => 7,0 mm sem BCF
Dmedio SG => 18,0 mm sem embrião e mais 70 dias da DUM
Embrião => 3,0 mm sem BCF e mais 70 dias da DUM
Intervalos de controle TV para confirmação de abortamento
Nenhum embrião com BCF => 14 dias após SG sem VV
Nenhum embrião com BCF => 11 dias após SG com VV
Nenhum embrião com BCF > 7 dias de embrião visualizado ou DMSG => 12 mm (com ou sem VV)
DMSG não duplicado em 14 dias após SG vazio com DM <12 mm
Critério de gestação intrauterina de viabilidade incerta (sugestivo de abortamento)
Achados limitrofes: CCN < 7,0 mm sem BCF / DMSG 16-24 mm sem embrião / Ausência de embrião => 6 sem após DUM
Crescimento discordante: VV < 7 mm / Sinal do amnio vazio / < 5 mm de diferença entre DMSG e CCN
Achados preocupantes: SG baixo / Contornos irregulares do SG / Hematoma subcoriônico
Maturação placentária
Hemorragia placentária
US OBSTÉTRICO
Datação
CCN é o melhor parametro
US obstétrica inicial / embrionária (até 10s6d)= descrever se IG se concordante ou não com DUM
Em exames obstétricos, citar a idade gestacional consolidada e não a obtida por biometria, conforme orientação da ISUOG:
Utilizar para correta datação da gestação (em ordem preferencial):
Entre 6 e 7 semanas de gestação, quando o embrião é visível e mensurável, o CCN é o parâmetro biométrico mais preciso para a datação da gravidez, com uma precisão de ±5 dias;
Quando o CCN é inferior a 25 mm, a idade gestacional em dias é calculada somando-se o valor do CCN (em mm) a 42;
Data da fertilização: Se gestante por FIV.
Ultrassom de primeiro trimestre: entre 8-14 semanas, com CCN <84mm.
DUM: se não houver exame de primeiro trimestre.
Diâmetro biparietal (até 70mm) ou perimetro cefálico: se CCN>84mm, sem DUM.
Circunferência craniana: se DBP>70mm.
Se 1 US 20-24 s - usar diametro cerebelar
Saco gestacional:
Idade gestacional (dias) = diâmetro médio do saco (MSD) em mm + 30
O diâmetro médio do saco possui uma precisão de ±5 a 7 dias, porém não é suficientemente preciso para determinar com exatidão a idade gestacional, uma vez que gestações inviáveis também podem ser mensuráveis.
Saco vitelínico:
Torna-se visível pela primeira vez por volta da 5ª semana de gestação e normalmente se degrada entre as 10 e 12 semanas;
Para confirmar uma gravidez inviável, nenhum saco vitelino ou pólo embrionário deve ser visível quando o diâmetro médio do saco atinge 25 mm.
Diametro biparietal: indicado se CCN> 84 mm (14 semanas) até 22 semanas
Circunferência cefálica: nos casos de alteração morfológica para mensuração do DBP
Ossificação epifisária: os centros de ossificação epifisária femoral e tibial proximal são bem visíveis por volta das 32 e 35 semanas de gestação
a epífise proximal do úmero também se torna visível no final do terceiro trimestre e está associada à maturidade pulmonar fetal e à idade gestaciona
Sexo fetal: recomendação da ISUOG somente após 16 semanas.
Avaliação tubérculo genital: chance de formar genitália feminina ou masculina.
Artérias Uterinas
Avaliação ideal no cruzamento com a AIEx (cerca de 1,0 cm após - box 2 mm - angulo < 30 - VSist > 60 cm/s)
Avaliação no 1 trimestre = transição corpo e colo ao nível do OInt
Fisiológico: declínio progressivo do IR e IP mais acentuado no lado placentário
Adaptação da circulação materna
IP médio: IP Dir + IP Esq / 2 se p> 95 = patológico
Incisura some com 20-24 semanas (não descrever no 1T pois é fisiológico)
A ausência de incisura no 1T indica excelente desenvolvimento placentário (alto fluxo e baixa resistência)
Presença de fluxo reverso na protodiástole - oligodramnio / CIUR / PE
Rastreio PE: 11 s + 13s 6d / 20-24 s
Não é usado na vitalidade
Arteria Umbilical
Avaliação de insuficiência placentária
Ideal com ausência de movimento respiratório e fetal
Utilizar alça livre do cordão mais próxima da placenta
3 ondas similares e angulo < 45
Nas situações em que o IP se encontra abaixo do percentil 95% para a idade gestacional (IG), tem-se que entre 75-100% das vilosidades funcionam adequadamente.
Acima do percentil 95%, essa proporção cai para 50-75% das vilosidades
Nos casos de diástole zero, apenas 25-50% das vilosidades realizam as trocas corretamente, implicando em falência placentária grave.
Já quando se tem a diástole reversa, essa proporção é de menos de 25%, o que está relacionado com elevada incidência de acidemia fetal e morbidade neonatal.
Aorta descendente - diástole sempre (+) / se (-) ou reversa indica patologia
Art Renal - diástole 0 é normal até 34 semanas
ACC - diastole 0 é normal
ACM
Usar plano do DBP e direciona para base do crânio
Angulo mais próximo de 0 (<10)
IP p<5 = vasodilatação = hipóxia
Ducto Venoso
Rastreio de cromossomopatia no 1T
11s-13s6d - plano sagital médio do tronco - amostra de 0,5-1,0 mm - angulo < 30 - filtro de 50-70 Hz - Velocidade 2-3 cm/s
5-7 ciclos
Vumb - ducto venoso - VCI - coração
Ducto venoso e VHE drenam para o lado esquerdo da VCI (alto fluxo)
Onda A (+) a partir do 1T
Onda A ausente ou reversa e IP p> 95 = sobrecarga cardíaca -> casos de aneuploidia / defeitos cardíacos / CIUR / STFF
VCI e VHep - padrão trifásico - onda reversa é normal
Vumb - padrão normal monofásico contínuo
padrão multifásico = grave descompensação e morte fetal iminente
CIUR / hidropisia / STFF
Vigilância fetal
Crescimento fetal anormal assimétrico (CC/CA anormal):
CIUR: CC/CA aumentada
Displasia esquelética: CC/CF e CA/CF aumentada
Microcefalia: CC/CF e CC/CA reduzido
Macrossomia: CC/CA e CC/CF reduzido
Crescimento fetal anormal simétrico (CC/CA normal)
CIUR grave e precoce
Aneuploidia/ Sd genética / Inf congênita/ constitucional
Microcefalia : holoprosoencefalia / aneuploidia / infecção viral
Abdome pequeno: CIUR
CC normal: assimétrico
CC reduzido: simétrico
Membros curtos: CC e CA normal = displasia
Liquido amniotico - < 16 s pela placenta e < 16s pelo RVU - ILA maior bolsão (2-8):
<2 (oligo): ruptura bolsa, insuficiencia fetoplacentária, anomalia RVU, feto doador STFF
8-11 (poli) / 12-15 (moderado) / >=16 (acentuado): redução deglutição (defeito cranioespinhal, tumor facial, obstrução TGI, acinesia fetal, compressão torácica , anomalia torácica) x aumento micção (DM materna, anemia fetal, tumor placentário ou fetal, MAV, feto receptor STFF)
Avaliação da AUmb > 26 semanas se: Doppler anormal da AUt / antecedente obstétrico desfavorável / HAS/ gemelaridade / isoimunização / CIUR / amadurecimento plancetário ( grau III < 35 s) / oligodramnio / hipertireoidismo / DM com vasculopatia / Doença autoimune / Defeito congênito fetal ou cromossomopatia / alteração funicular
Hipóxia
hipoxêmica= doppler fetoplacentário
Anêmica = ACM pico VS
Distúrbio metabólico - PBF
Placenta anormal - 30% (aumento do IP) / 50% (diastole 0) / 70% (diastole reversa)
ACM - PVS (anemia fetal) / IP (reduzido = hipóxia) / IPACM / AIPAumb < 1,08 (centralização)
Perfil Biofísico Fetal
MF implica em tônus presente
Repouso: redução MF ou MR ou FCF ou tonus
Hipóxia: redução MF +/- MR +/- FCF =/- tonus
MR pode estar ausente no caso de jejum
Tonus (1 mov extensão e flexão / abertura e fechamento da mão)
MF (3 movimentos tronco e membros em 30 min): primeira alteração
MR (1 episodio > 30 seg / 30 min)
ILA maior bolsao > 2
FC ( ao menos 2 acelerações - 10 bpm > 10 seg (24 - 28 sem) / 15 > 15 (28-32 sem) / 20 > 20 (> 34 sem)
CIUR
CA p < 2,5 / 3/5 /10
Parada de crescimento em 2 exames
CC / CA > 2 DP
Peso fetal < p10
AIG : peso fetal p10-90
PIG
Erro de data
Verdadeiro: constitucional / CIUR / Malformação
Oligodramnio
< 34 s: AUmb (Aumento IP / diástole 0 ou reversa) + Ducto venoso (Aumento IP / diástole 0 ou reversa)
> 34 s: ACM (redução IP)
STFF
ILA: aumento (receptor - poliúria) x redução (doador - anúria)
Estagio 1: Poli x oligo
Estagio 2: Poli x anidramnio (bexiga vazia)
Estagio 3: Diastole 0 ou reverso AUmb doador x Onda A ausente ou reversa do ducto venoso receptor
Estagio 4: hidropsia no receptor
RCF seletiva - CIUR
DHPN
ACM: + 1,5 DP PVS = anemia severa
1-2 semanas a partir de 18 s - titulação 1:128
Outras causas de anemia = Parvov[irus / STFF / hemorragia fetomaterna
DM
AUmb + DV + ACM
Gestacional ou pré < 10 anos: macrossomia / polidramnio / cardiomegalia (> espessura do miocardio) = US semanal a partir dos achados ou > 32 s
Pré gestacional > 10 anos: CIUR e PE
RESUMO
Insuficiência placentária -> CIUR assimétrico -> Doppler anormal - > PBF anormal
Isoimunização -> crescimento normal -> Doppler umbilical -> aumento PVS ACM
DM gestacional -> macrossomia -> doppler e PBF normal -> aumento do ILA
DM com DRC ou vasculopatia -> CIUR assimétrico -> doppler anormal -> PBF anormal
AUt -> placentação anormal -> aumento IP -> risco de CIUR -> AUmb + DV + ACM (usar valor para IG corrigida pela CCN)
Descrever circular de cordão somente próximo do parto
Gastrosquise - inserção normal do cordão
Onfalocele - inserção do cordão no saco herniado
Inserção placentária - central / marginal / velamentosa (com ou sem vasa prévia)
Lobo sucenturiado
1T: AUt + DV
2T: AUt -> se alterado ir para ACM -> se normal ACM serve para casos de anemia
US 1T
Até 10s6d = via transvaginal (fase embrionária)
Hematoma subcoriônico
Mau px: VV hidrópica, desproporção CCN-SG, BCF < 90 bpm
IG concordante ou não com a DUM
DMSG + CCN + dVV
11s-13s6d = via abdominal (fase fetal)
Melhor datação CCN
Implantação por inseminação = data de concepção
DUM +/- 2-5 dias
Gemelaridade: 11-13 s
lambda - duas placentas
T - uma placenta e dois amnios
Comprimento do colo (20-24 s) : < 25 mm (alto risco) / >=25 mm (baixo risco)
sinal do afunilamento = incompetência do OIC maior significado em associação com colo curto)
Sludge = barro (maior significado em associação com colo curto)
RASTREAMENTO
TN (11-13s6d e CCN 45-84): usar mesma imagem do CCN magnificada na cabeça e transição cervicotoracica
Nariz (ON) (sinal = pele e osso): normal é ser mais ecogênico que a pele / ausente ou hipoplásico é menor ecogenicidade ou não identificado
BCF: diferenciar trisssomia do 13 do 18
Valvula tricuspide e DV (11-13s6d + CCN 45-84): regurgitação (trissomia 21)
Angulo facial
Sd Down (21)
Ventriculomegalia leve / face plana / defeito septo AV / atresia duodenal / hidropsia ou higroma / macroglossia
TN > 6 mm / ectasia piélica (AP 4-7 mm) / ossos curtos / intestino hiperecogênico / braquicefalia
Sd Edward (18)
Cardiopatia multipla / onfalocele / hernia diafragmatica / atresia de esofago / anomalia RVU / CIUR grave
Defeitos de extremidade / cisto de plexo coróide / cabeça em forma de morango / agenesia do corpo caloso / aumento da cisterna magna / meningomielocele / micrognatia / fenda labial ou palatina / AUmb única
Patau (13)
Holoprosoencefalia / defeito facial linha média / cardiopatia / onfalocele / anomalia RVU / agenesia corpo caloso / hipoplasia cerebelar / hidrocefalia / microcefalia
Polidactilia / hipertelorismo / micro-oftalmia / AUmb única / taquicardia
TN anormal: complexo corpo-membro (body stalk - cordao curto) / megabexiga / onfalocele / alt esquelética e CV / hérnia diafragmática
Megabexiga:
10-14 s: diâmetro longitudinal 7-15 mm (> risco cromossomopatia) e >15 mm (< risco)
2T > 30 mm
3T > 60 mm
TN normal: acrania ou anencefalia (> 11 s - idade que ocorre ossificação) / ventriculomegalia / holoprosoencefalia / espinha bífida / gastrosquise
Defeito de tubo neural aberto: obliteração da cisterna magna + aumento tronco cerebral + aumento TN
Não usar osso nasal no cálculo se dorso fetal anterior
US 2T
200g / semana (27 - 38ª sem)
Incremento menor das 39 - 42 semanas.
Referenciais de Percentil 50: 20 sem -> 350g /
22 sem -> 500g / 27 sem -> 1000g / 32-33 sem -> 2000g /
1.000g / 37-38 sem -> 3.000g
Parto prematuro - 22 a 24 sem: < 20 mm (alto risco) e >=20 mm (baixo risco)
Rastreamento - marcadores menores (considerar relevante quando presente ao menos 2)
Encurtamento úmero ou fêmur: <p10/p5 e medida obtida / medida esperada femur < 0,91 e úmero < 0,89 - a relação é melhor preditivo =1 ponto (2 em caso do úmero)
pielectasia (>=4mm e < 10mm) x >=10 mm (alto índice de defeito estrutural) = 1 ponto
intestino hiperecogênico (comparar com o ilíaco): pode ser focal, multifocal, difuso - CMV, toxo, parvovirus, cromossopatia = 1pt
Ponto hiperecogenico cardíaco: alta prevalencia em fetos normais - não considerar isolado = 1 pt
Cisto de plexo coróide (presente geralmente 16s até 25 s): relação com trissomia do 18 = 1pt
Prega nucal (VR < 5 mm até 20 semanas): corte transcerebelar = 2pontos
Escore de Benacerraf
2 pontos em baixo risco = indicar amniocentese
1 ponto com risco aumentado (idade materna, T21 anterior, risco aumentado 1T)
Ausência de marcadores - redução do risco em 50%
Cisterna magna 2-10 mm
CIUR
CA < 2 DP
Peso < P10 - Boa sensibilidade e especificidade
Oligodramnio
A uterinas - bom preditor de CIUR e pre-eclampsia
A. Umbilicais
Restrição precoce - alterações progressivas do Doppler - Aumb > p95 - Aumb normal - Aumb diástole 0 - DV normal - Aumb diástole reversa - DV inverso
ACM se mantem relativamente estável
Aumb , DV e ILA são os parâmetros mais modificados
Restrição tardia - alterações abruptas - Aut > p95 - RCP < p5 - ACM < p5 - Istmo da aorta - CTG
ILA e ACM são os parâmetros mais modificados
Indicação de parto (ACM indicado para > 34 semanas e < 34 semanas é o DV - só tem valor quando diástole zero ou reversa )
< 28 semanas
Onda reversa no DV +
Diastole reversa na Aumb +
MBV < 2 cm +
Ausencia de movimentos
28-30 semanas
Onda reversa no DV OU Diastole reversa na Aumb +
MBV < 2 cm +
Ausencia de movimentos
31-33
Diastole 0 na Aumb OU
Onda a ausente em DV OU
MBV < 2 cm e ausencia de movimentos
> 34 sem
Aumb IP > 95 OU
DV IP > 95 OU
ACM IP < 5 OU
ILA P< 5
Síndrome transfusão feto-fetal
Discordância de peso (Sequencia oligodramio e anemia fetal).
3T
Gemelar - usar maior bolsão vertical (VR: 2-8 cm / 10 cm - poliadramnio severo)
Melhor época para avaliação redução de osso longos
Centralização - razão cerebroplacentária (IP ACM/IP AUmb)
Macrossomia
CA (parâmetro mais importante - aumento de deposição hepática de glicogênio)
Morte fetal metabólica: hipoglicemia x hiperglicemia x hipóxia (não dão alteração no Doppler)
Polidramnio: deglutição reduzida x aumento do volume urinário fetal
Anemia fetal
< 1,5 Mom ACM PVS -observação
> 1,5 + IG <=35 sem - cordocentese
> 1,5 + IG >= 35 sem - estabilidade - aguardar 38-39 sem
Crescente - considerar parto
Acretismo placentário
Ruptura uterina - melhor medida deve incluir parede vesical (risco aumenta partir de < 2,5 mm)
p10 - 2 mm / p25 - 2,3 mm / p50 - 3,5 mm
US intraparto - angulo de progressão >= 120 graus - bom preditor
Microcefalia < p10
Critérios RCIU
Cascata de eventos ao Doppler na doença placentária e RCIU
Diretrizes CIUR
Estadiamento pré-natal da Sequência AnemiaPolicitemia em Gêmeos (TAPS)
Síndrome de Transfusão Feto Fetal (STFF) - Estadiamento Quintero
ACRETISMO PLACENTÁRIO (RM)
Pesquisa: 28-32 semanas
Sinais mais sensíveis:
Bandas de hipossinal T2 (deposito de fibrina) sobretudo se maior 1 cm
na face materna tem maior valor patológico. DD: infarto placentária e trombo viloso
Vasos anormais intra e subplacentários > 6 mm / hipersinal em FISP
Outros sinais:
Heterogeneidade placentária - normalmente visto no 3T
Placenta homogênea pode excluir acretismo com alta confiabilidade
Heterogeneidade não é confiável após 30 semanas
Protuberância focal - achado mais útil para diagnóstico e associada invasões profundas
Contorno irregular e borda arredondada (sobretudo na área de protuberância).
Afilamento ou perda da zona de baixo sinal em T2 retroplacentária
Afilamento miometrial
Ruptura focal do miométrio